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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Em 2009, @joseagripino acreditava em Eduardo Azeredo

Era 06 de novembro de 2009 quando Eliana Lima publicou nota sobre o apoio do senador José Agripino (DEM) ao tucano Eduardo Azeredo (PSDB) por ocasião da denúncia da Procuradoria Geral da República sobre o Mensalão Tucano.  Agora a gente pode entender o porquê de tanta solidariedade.

Implacável com os petistas, condescendente com tucanos???
Nota da coluna Visto, Lido e Ouvido, por Ari Cunha, hoje, no Correio Braziliense:
Quadro
Ministro Joaquim Barbosa foi implacável no caso do senador Eduardo Azeredo. Já o senador José Agripino contemporizou, afirmando que, se algo aconteceu, foi antes do mandato, o que tira qualquer possibilidade de o senador deixar a Casa. Azeredo afirma que o recibo que o incrimina é falso. O fato é que o STF é a instância que assina o quadro.

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