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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#Caixa2doDEMnoRN: Por que só foi apreciado 1 áudio?

Por Carlos A. Barbosa

O atento jornalista Daniel Dantas Lemos coloca mais luzes sobre o suposto Caixa 2 de Rosalba (Ciarlini) – hoje governadora do Rio Grande do Norte – quando candidata ao Senado nas eleições de 2006. Em post publicado no De olho no discurso ele informa que na decisão que estabeleceu a remessa das provas obtidas nas investigações de um homicídio ocorrido em Campo Grande (RN), o juiz Edino Jales de Almeida Júnior deixou claro que as provas colhidas fortuitamente apontavam possíveis crimes de “tráfego (sic) de influência, crimes eleitorais, crimes contra a Administração Pública, além de improbidade administrativa”.

A decisão, segundo Dantas Lemos, foi favorável à promoção ministerial que levou à remessa dos CDs para a Promotoria do Patrimônio Público em Natal, além da Promotoria de Campo Grande, da Procuradoria Regional Eleitoral e da Procuradoria Geral da República (Eleitoral).

- No âmbito da PRE foi investigado um áudio, ainda inédito, em que o deputado estadual Gustavo Carvalho negocia o transporte de eleitores com um ex-prefeito de Campo Grande. O caso foi arquivado em 2010 e não ficou claro se os demais áudios deixaram de ser apreciados pelo TRE por envolverem personagens com foro especial. A PGR ainda não se manifestou.

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