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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#Caixa2doDEMnoRN: Material foi encaminhado para Fábio Nesi Venzor

No âmbito do Ministério Público eleitoral no Rio Grande do Norte, o CD com as interceptações telefônicas que mostram a prática de crimes eleitorais pela campanha eleitoral do PFL em 2006 foi recebido pelo servidor Rodolfo Dantas Lima, em 31 de março de 2009. O material era destinado ao Procurador Regional Eleitoral, Fábio Nesi Venzor.
Veja o Aviso de Recebimento abaixo:

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