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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#Caixa2doDEMnoRN e o caso do estagiário. Engavetados?

http://blogdobarbosa.jor.br/?p=62807


Não são só as denúncias de Caixa 2 do DEM do Rio Grande do Norte que não se sabem do paradeiro na Procuradoria Geral da República não. O jornalista Lauro Jardim conta na Radar On-line o seguinte:

No mês que vem, Ari Pargendler deixa a presidência do STJ sem ter que se preocupar com um processo que corre no STF.

O caso diz respeito à acusação feita por um estagiário da Corte, que foi demitido e teria sido agredido verbalmente numa fila de caixa eletrônico do Banco do Brasil.

O caso, de 2010, foi enviado para Roberto Gurgel em dezembro daquele ano, que até hoje não o devolveu para que o STF pudesse se manifestar.

Em tempo: Não a toa Gurgel tem fama de "engavetador"


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