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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Vídeo denuncia violência policial na UNILA, em Foz do Iguaçu



No início da madrugada de 3 de junho, a Polícia Militar invadiu uma das moradias de alunos da UNILA. Alegando erroneamente que o som estava alto, os policiais agrediram alunos e alunas indiscriminadamente. Levando 8 deles detidos.
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A mídia vendida comprou a versão militar mais uma vez. No entanto, nós tínhamos às imagens da câmera de segurança da moradia que, mostra CLARAMENTE o abuso de poder da Polícia Militar.
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Vamos divulgar o vídeo o máximo que pudermos, a fim de acabar com essa violência exorbitante exercida por estes que deveriam nos proteger.

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