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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

População pede dissolução de Congresso no Paraguai

http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2012/06/22/apos-impeachment-de-lugo-populacao-protesta-pedindo-dissolucao-do-parlamento.htm

Logo após a votação do Senado paraguaio que aprovou o impeachment do presidente Fernando Lugo nesta sexta-feira (22), dezenas de manifestantes protestaram em frente ao Congresso, na Plaza de Armas, gritando "dissolução" e pedindo a manutenção do presidente. Foram 39 votos a favor da condenação, 2 ausências e 4 senadores a favor da absolvição.

O tumulto tomou conta de Assunção e a polícia contém os manifestantes com bombas de gás lacrimogêneo e cavalos e caminhões-pipa para dispersar a multidão. "Vocês viram? Eles invadiram a área de segurança e nós tivemos que reagir", disse ao UOL Walter Vazquez, comandante do policiamento no local.

Segundo a polícia, os manifestantes invadiram a barreira que protege o Congresso -- são grades de metal que separam a população da entrada do Senado.

Depois da dispersão, os manifestantes voltaram à Plaza de Armas, mas desta vez de maneira pacífica, cantando palavras de protesto e o hino do Paraguai.

O presidente Fernando Lugo já deixou o palácio presidencial como ex-presidente.

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