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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Em Pernambuco, vice-governador queria um laranja

No transcorrer da investigação sobre o Instituto Pernambucano de Assistência Social, presidido pela laranja Maria das Graças e comandado por Paulo Magnus, o Ministério Público do RN descobriu informações explosivas sobre a atuação das OS no governo do estado de Pernambuco.
Segundo diz Paulo Magnus em uma conversa telefônica interceptada em 18 de maio de 2011, no estado administrado pelo presidente nacional do PSB não houve uma seleção de OSs para administrar as unidades hospitalares, mas uma repartição antecipada dos hospitais entre as instituições.
Mais que isso: nessa conversa transparece a atuação do secretário estadual de saúde do estado de Pernambuco, Antonio Carlos Figueira, em favor da organização, e surge a informação de que o vice-governador, João Lyra Neto, do PDT, procurava alguém disposto a tocar uma OS na condição de seu laranja:





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