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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Braço direito de Rogério Marinho é um dos presos

Além de procurador do município, Alexandre Magno Alves de Sousa é braço direito do deputado Rogério Marinho (PSDB).  Alexandre, que avisou que se entregaria à polícia pelo twitter, foi indicado por Rogério.  Foi ele quem conduziu o processo de escolha das organizações sociais agora denunciadas.  Ao lado do ex-secretário Thiago Trindade, Alexandre é acusado de fraudar a licitação e a documentação que levou à contratação das OSs.
Mais um escândalo com a digital de Rogério Marinho.  Que até hoje não explicou o porquê de o PSDB, que preside no estado, ter pagado R$ 100 mil a George Olímpio, acusado de ser o líder da quadrilha na Operação Sinal Fechado, na semana da eleição em 2010.

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