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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Assepsia: Arturo Arruda: "Tenho vergonha na cara"

Dinarte Assunção conversou com Arturo Arruda sobre a citação do seu nome na Operação Assepsia.  Responde que era contratado da Associação Marca. O que reforça a relação de Alexandre Magno Alves de Souza com a OS, já que é o procurador que diz, em uma ligação, que vai se encontrar com Arturo.


Pano rápido com o publicitário Arturo Arruda Câmara, da Art&C, para tomar pé do que se passa, além do que se vê, na campanha de Rogério Marinho.

Mistério absoluto. Embarque de um partido é a expectativa. Mas o publicitário mantém a boca tal qual um siri. Vice indefinido.

Ligação oportuna para indagar sobre a citação de seu nome na Operação Assepsia, aproveitando os questionamentos formulados hoje no Twitter pelo jornalista Daniel Dantas Lemos.

Arturo põe as cartas na mesa.

"Tenho vergonha na cara. A Marca contratou a Art&C para a campanhas das AME's e UPA. Também queria para o Hospital da Mulher, mas não me senti à vontade e neguei, porque na época meu tio era o secretário de Saúde".

O tio em questão é Domicío Arruda, exonerado após o episódio do feriado amplificado no Jornal Nacional.

Questionei ainda se ele manda algum recado para quem duvida de sua reputação.

"Não. Meu trabalho fala por si. Sou filho e irmão de jornalista, que falam sobre todos. Tenho sempre o cuidado e zelo com a transparência".

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