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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

O que é uma `gelada no Gurgel´?

http://blogdobarbosa.jor.br/?p=60042
Por  Carlos A. Barbosa 

O jornalista Paulo Henrique Amorim, que mantém o blog ConversaAfiada, divulga que um amigo seu navegante encontrou essa preciosidade (que segue abaixo) no fundo do baú da CPI do Cachoeira

- Uma série de ligações entre Carlos Cachoeira, Cláudio Abreu e o Senador Demóstenes Torres, entre os dias 11 e 12 de junho de 2011, confirma a versão do engenheiro Luiz Antonio Pagot, ex-diretor do DNIT, na revista IstoÉ – "60% do Robanel seriam do Serra", – sobre um jantar que teria acontecido na casa de Cláudio Abreu.

Os telefonemas entre Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres e Cláudio Abreu, da Delta, tinham como objetivo blindar Demóstenes de uma possível retaliação de Pagot.
O ex-chefe do DNIT se preparava para dar um depoimento à Comissão de Infraestrutura do Senado, em 12 de julho de 2011.

Pagot havia sido afastado do cargo por uma série de denúncias e Demóstenes, então Bastião da Ética no PiG (*), temia ser desmascarado no depoimento. 

O auxilio teria vindo do senador Blairo Maggi.

Segundo Cachoeira, "é o Blairo quem manda nele [Pagot] uai", a recomendação era para que o Catão do Cerrado (não confundir com o "Catão dos Pinhais") ficasse tranquilo.

Cachoeira pergunta se Pagot quer que o Senador faça alguma pergunta.

Pagot manda dizer através de um intermediário, Acácio, que não precisa do favor do Senador.

O depoimento será meramente técnico.

Em meio à negociação, Demóstenes e Cachoeira fazem duas citações enigmáticas ao brindeiro Gurgel.

A primeira no dia 11 de junho, a segunda no dia seguinte. Cachoeira diz a Demóstenes que precisa dar uma "gelada no Procurador Geral".

Clique Aqui para conferir

Obs do blog: Os áudios do Caixa 2 de Rosalba (atual governadora do Rio Grande do Norte), na campanha ao Senado em 2006, parecem que também foram congelados na PGR. Ninguém ouviu sequer falar na época sobre as interceptações do Ministério Público do Rio Grande do Norte, com autorização judicial, que subiram depois à PGR. Será que Demóstenes deu também uma "gelada no procurador geral?

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