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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Marido de política potiguar dá `show´em avião

Por Carlos A. Barbosa

No Blog do Barbosa


Do jornalista Roberto Guedes, em seu blog no portal Nominuto.com

- Conhecido cônjuge de uma destacada política norte-rio-grandense deu na semana passada verdadeiro espetáculo de falta de educação e de controle do sistema nervoso a bordo de um avião que trazia o casal de Brasília para Natal.

Os dois estavam sentados no que lhes pareciam ser as cadeiras reservadas ao casal quando uma octogenária chegou e, mostrando seu tíquete de embarque, disse que ele ocupava a cadeira que a transportadora havia reservado para ela. Grosseiramente, ele se recusou a sair.

Aeromoças tentaram contornar o problema, oferecendo outra poltrona à idosa, mas ela fez finca-pé, segundo disse, somente porque ele a tratou mal. E assegurou que o avião não decolaria enquanto ela não ocupasse aquela poltrona. Diante do pedido da aeromoça para que facilitasse as coisas, ocupando outra cadeira que lhe indicaria, o mandatário potiguar, com o rosto cada vez mais rosado, falou ainda mais grosseiramente, dizendo que dali não sairia para ninguém.

Então, a aeromoça disse que chamaria o comandante e este com certeza traria a polícia federal para prendê-lo. Diante desta ameaça, o homem ficou lívido e afrouxou, levantando-se e acompanhando a aeromoça aonde ela dizia alojá-lo. Durante todo o episódio, a esposa não deu um pio. Ainda estou tentando descobrir o nome do bom moço.

Obs do blog: Pelo rosto cada vez mais rosado do mandatário potiguar, conforme Roberto Guedes, não é difícil saber quem foi o causador do escândalo no avião

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