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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Franceses dão maioria a Hollande

http://sul21.com.br/jornal/2012/06/franceses-dao-maioria-absoluta-a-hollande-para-se-opor-a-berlim/

O presidente Hollande sai reforçado das legislativas para impor as suas propostas de crescimento na Europa
Da Redação
A vitória nas legislativas de hoje (17) deixou o PS francês com o controle político do país. O presidente francês François Hollande tornou-se ontem o mais poderoso dirigente socialista da França desde o início da V República, em 1958, ao obter uma maioria absoluta na Assembleia Nacional.
Segundo os resultados parciais e previsões de institutos de pesquisas, o Partido Socialista e os seus aliados de esquerda teriam conseguido eleger 314 deputados — um valor largamente superior aos 289 necessários para formar governo sozinhos. Será o primeiro governo de maioria absoluta socialista desde 1981.
A taxa de abstenção chegou aos 44,5%, segundo a comissão eleitoral francesa.
Os analistas salientam que Hollande tem agora um poder sem paralelo no país. Com efeito, agora os socialistas controlam não só a presidência — e com ela o poder de nomear o primeiro-ministro — mas também a Assembleia Nacional, o Senado e de 90% das regiões, faltando apenas ao controle do Congresso para conseguir a maioria qualificada necessária para fazer alterações na própria Constituição.

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