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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

@ConversaAfiada: Gurgel se esqueceu do #Caixa2doDEMnoRN

Por Paulo Henrique Amorim

O ansioso blogueiro Daniel Dantas Lemos (que não se perca pelo nome) enviou o seguinte e-mail:

Conversei pela manhã com a secretária de comunicação da Procuradoria Geral da República, Giselly Siqueira.

Ela me explicou que tem duas dificuldades principais com respeito a dar uma resposta em breve sobre o que foi feito acerca da investigação realizada pelo MPRN que indicou a prática de Caixa 2 pelo então PFL nas eleições de 2006. A primeira é que o acesso da assessoria a investigações sigilosas é restrito – e o caso pode ter sido investigado em sigilo.

A segunda é o fato de o PGR, Roberto Gurgel, ter sofrido um acidente doméstico e fraturado um braço na semana passada. Gurgel está afastado. Antes disso, o caso havia sido levado ao PGR por Giselly. Gurgel disse não se lembrar do que se trata, mas prometeu consultar sua assessoria jurídica. Com o afastamento, o PGR ainda não repassou a resposta à demanda para a secretária de comunicação.

O que chama a atenção é a informação de que um caso em que se implicam dois senadores do DEM – entre eles, o então líder do partido e seu atual presidente, José Agripino Maia – não seja lembrado por Roberto Gurgel. Na melhor das hipóteses, não houve atenção à gravidade do que foi remetido pelo Ministério Público do RN. E é melhor nem citar a pior das hipóteses.

 

NAVALHA

Daniel Dantas, o bom, trava uma longa batalha contra a Justiça do Rio Grande do Norte e o Caixa Dois do DEMO local.

É bom não esquecer daquele famoso vídeo em que o braço direito do braço direito do Cerra, o Aloysio 300 mil Nunes, preso no RN por conta da "inspeção veicular", fala da sua estreita ligação com os tucanos de São Paulo. Numa nice.

E, amigo navegante, vá ao TV Afiada assistir ao histórico depoimento de Fernando Collor sobre o brindeiro Procurador (que tem de "ser apeado") e a Editora Abril, "esse coito de bandidos", em cuja direção se unem, promiscuamente, Fábio Barbosa, Robert(o) Civita e Policarpo Júnior.

Paulo Henrique Amorim





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