Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Carlos Augusto Rosado teme o #Caixa2doDEMnoRN

Do Blog do Dinarte

Deu em Roberto Guedes, aqui no Nominuto

Segundo amigos do casal, é para não expor a qualquer contaminação o governo da esposa, Rosalba Ciarlini, que o agropecuarista e ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado passou nas últimas semanas a refluir do propósito de assumir a chefia da Casa Civil do executivo potiguar.

Desde que vieram a público gravações de conversas comprometedoras que manteve durante a campanha eleitoral de 2.006, ele receia que mais petardos sejam lançados contra ele não para atingí-lo, mas a ela.

Comentários

Postagens mais visitadas