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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#Caixa2doDEMnoRN: Leitores acreditam na gravidade e punição

Perguntei na semana passada, em enquete, o que os leitores achavam do #Caixa2doDEMnoRN.  Na verdade, a pergunta era se o caso se assemelhava, em gravidade, ao caso do Mensalão do DEM no Distrito Federal, que levou à prisão do ex-governador José Roberto Arruda.


Você acha que o #Caixa2doDEM no RN é tão grave quanto o Mensalão do DEM no DF, que levou à prisão de José Roberto Arruda?
Foram 189 votos.  48% dos leitores acharam que os casos são tão graves um quanto o outro e acham que a governadora Rosalba Ciarlini, seu marido Carlos Augusto Rosado e os demais envolvidos serão punidos.  Já um percentual menor, de 34%, consideram o caso grave mas acham que ninguém será punido.  Vinte e cinco pessoas, ou 13%, consideram que o caso não é grave, não passando de exploração política barata.  E apenas 3% dos leitores que participaram da enquete acham que o caso é grave, mas nem tanto.
Vários blogueiros - assim como os advogados de Rosalba - venderam à opinião pública a ideia ou de que os crimes prescreveram ou de que o caso tivesse sido arquivado.  Em nível do Ministério Público estadual ou o MPF regional, não houve arquivamento: os casos foram, por envolver personagens com foro especial, encaminhados para a Procuradoria Geral da República.  A prescrição do Caixa 2, que pode render cinco anos de prisão, se dará em 2018.
Desde a última segunda-feira a assessoria de imprensa da PGR busca informações sobre o caso, recebido pelo órgão em 2009.  Há a possibilidade de o caso estar tramitando em sigilo, uma vez que informações não estavam disponíveis.  

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