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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#Caixa2doDEMnoRN: Felipe Maia: "Áudios são graves, mas a fonte é ligada ao PC do B”

Segundo disse o deputado federal, a gravidade do #Caixa2doDEMnoRN é relativizada pela minha filiação partidária e a empresa em que trabalho.
Além disso, não há confirmação de que o caso foi arquivado pela Procuradoria Geral da República. E não o foi pelo MP estadual nem pelo MPF.
No Jornal de Hoje:

Indagado sobre as gravações que mostram os diálogos da campanha de Rosalba Ciarlini (DEM) ao Senado em 2006, o deputado federal Felipe Maia (DEM) afirmou que são graves, no entanto, ressaltou que elas foram publicadas por uma fonte tendenciosa, uma vez que o autor do blog de onde elas partiram pertence a um partido político ligado ao governo federal, o PC do B, e, além disso, tem um cargo na estatal Petrobras.
Em entrevista ao “Jornal das Seis” da 96 FM, Felipe Maia declarou que caberia à Procuradoria Geral da República examinar os áudios à luz da legalidade e tomar as providências.
Entretanto, ele disse que como as escutas passaram pelo crivo do Ministério Público e foram arquivadas, não merecerem mais o crédito. “Aquelas gravações, não quero duvidar, foram entregues à Procuradoria Geral da Republica, que nem aceitou a denúncia”, declarou.
Ao avaliar o governo do Estado, o deputado disse que a governadora Rosalba “pegou um abacaxi” ao assumir o Rio Grande do Norte endividado. Mas, segundo ele, o governo já está dando os “primeiros passos”. Citando as dificuldades iniciais, como as dívidas e o alto comprometimento da folha salarial, o parlamentar se mostrou otimista em relação ao futuro, e elencou os primeiros resultados.
“Eu não queria estar na pele da governadora. Ela pegou um abacaxi, não quero fazer política ou justificar a desaprovação da governadora olhando pelo retrovisor. Mas ela pegou um Estado com dividas de R$ 800 milhões e pagou R$ 300 milhões. Pegou o governo com uma folha de pessoal comprometendo 82% da arrecadação de ICMS. Mas, agora ela está dando os primeiros passos”, disse o deputado, se referindo, por exemplo, ao início de algumas obras.
Felipe Maia disse que Rosalba encontrou o Estado com grandes dificuldades, sem credibilidade e sem capacidade de endividamento, e teve que tomar medidas duras e drásticas para colocar governo nos trilhos. “E ela está começando, fazendo algumas obras. O secretário Demétrio Torres (Estradas de Rodagens) tem dito que 95% das estradas têm sido recuperadas. A governadora deu 19 ordens de serviços. Temos a Arena das Dunas retomada, com a obra em andamento, temos o aeroporto que foi no governo dela”, observou. “Esses são os pontos positivos do governo Rosalba”.
Felipe considerou ainda que Rosalba foi eleita para governar por quatro anos e que apenas um ano e meio de mandato se passou, restando ainda dois anos e meio. “José Agripino terminou o primeiro ano do mandato dele de governador mal avaliado, mas terminou o governo bem e foi eleito senador. Acho que Rosalba tem que ter o seu tempo”, observou o deputado, citando que Rosalba impôs um padrão ético de comportamento no governo do Estado.
“Ela tem um padrão de comportamento ético, que é o que a população espera. Uma pesquisa recente mostrou que a população espera honestidade, antes mesmo de cumprir com compromisso. Ou seja, a população está descrente da classe política, a população quer um governador honesto, e isso Rosalba colocou no governo do Estado. Hoje o governo Rosalba tem um padrão ético inquestionável”, completou.

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