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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#Caixa2doDEMnoRN: Em entrevista a @ddantas no @jornal96, @RosalbaCiarlini desconversa

O argumento da governadora é bastante questionável uma vez que os áudios foram disponibilizados ao MP eleitoral e à justiça eleitoral depois que suas contas foram votadas e aprovadas.  Ou seja, o fato de terem sido aprovadas não interfere na relevância e na veracidade das informações.  Os adversários não poderiam usar algo que não conheciam.
Sobre a acusação de que tenha vazado de forma clandestina cabe reiterar a informação do MP-RN de que não havia mais segredo de justiça ou sigilo sobre o conteúdo das interceptações telefônicas desde 2009, quando foram denunciados os envolvidos na investigação principal então em curso.
O MP do RN e do MP eleitoral no estado já esclareceram o episódio.  Falta a Procuradoria Geral da República explicar o que foi feito da investigação recebida em 2009.  Por enquanto, sabemos que Roberto Gurge l esqueceu.


No Portal No Minuto


Durante sua entrevista ao Jornal 96, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) comentou o caso que ficou conhecido por Caixa 2 do DEM. Ela afastou qualquer ingerência ao advertir que sua contas de campanha em 2006 foram aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Rosalba disse ainda que não comentaria à guisa de resposta qualquer coisa sobre as gravações que "vazaram de forma clandestina". Para ela, "não merece resposta e não tenho medo quanto a isso. Se houvesse suspeita, meus adversários teriam levado isso à frente naquela época", disse a democrata.

O episódio em questão é referente a suposto esquema de caixa dois detectado em 2006 em interceptações telefônicas feitas pelo Ministério Público Estadual para investigar um grupo de ext ermínio na região Oeste.

Ela aproveitou, inclusive, para cobrar: "É muito bom que os órgãos que fizeram as gravações esclareçam esse episódio. As contas de campanha foram dentro da legalidade", destacou.

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