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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Aliada de Agripino desiste em Natal


Por Altamiro Borges

Com 92% de reprovação na sociedade, segundo recente pesquisa, a prefeita de Natal, Micarla de Sousa (PV), anunciou ontem que não concorrerá à reeleição neste ano. A notícia representa mais um duro baque para a oposição demotucana. A “prefeita verde” foi uma invenção do senador José Agripino Maia, presidente nacional do DEM, e revelou-se um verdadeiro desastre.
Eleita no primeiro turno em 2008, com 50,8% dos votos, a jornalista Micarla afundou a administração da capital do Rio Grande do Norte e foi denunciada por inúmeros casos de corrupção. Nas redes sociais e nas ruas, a juventude de Natal protestou e exigiu várias vezes o “Fora Micarla”. Apoiada pelas forças de direita, ela conseguiu sobreviver até o fim do seu mandato, mas agora sucumbiu.
Pesquisa do instituto Consult, realizada no início do mês, indica que sua gestão é desaprovada por 92,3% dos entrevistados; 82,5% dos ouvidos afirmam que não votariam nela de jeito nenhum. Em recente propaganda na televisão, o PV de São Paulo, que é um apêndice dos tucanos e do PSD de Kassab, jactou-se do sucesso das suas administrações. Esqueceu-se de mencionar o caso dramático de Natal!

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