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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Para Felipe Cortez, interceptações publicadas "não causam preocupação a ninguém"

E começam as tentativas de justificar o que não tem justificativa.

Do Blog do BG

Essa noite, vídeos criando um novo escândalo no governo Rosalba Ciarlini foram divulgados na internet e em alguns blogs e o BG os reproduz no final desse post. No vídeo o senador José Agripino Maia, presidente nacional do DEM, fala de alguns pagamentos.

O problema é que esses vídeos são demasiadamente antigos. São de 2006, quando o partido ainda se chamava PFL.

O advogado Felipe Cortez, que defende a governadora, rebateu o conteúdo do vídeo tratando de afirmar que não existe qualquer tipo de ilegalidade lembrando que a Procuradoria-Geral da República (PGR) promoveu o arquivamento do processo que tratava dos vídeos em 2009 por falta de indívios incriminatórios.

“Esses vídeos não causam preocupação a ninguém. Esse vídeo não é novidade e esteve no processo arquivado pelo Ministério Público. Não teve crime algum”, destacou.

Questionado pelo blog do porque desses vídeos terem voltado a tona, o defensor disparou: “Isso, pra mim, é exploração política gratuita. Sem qualquer fundamento”.

O fato é que os vídeos causaram uma reunião de emergência na casa da governadora hoje a noite.

Os vídeos fazem parte de um acervo de 42 interceptações de conversas gravadas que, em 2006, levantaram a suspeita de um esquema de “Caixa 2″ da campanha de Rosalba Ciarlini ao Senado Federal. Na maioria deles, o “primeiro-damo” Carlos Augusto Rosado e o então assessor Galbi Saldanha tratam das negociações.

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