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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Sinal Fechado: Leandro Fortes responde ataque de blogueiro do Diário

Por Leandro Fortes
Via Facebook
Seria o DN ou Allan ligado ao DEM?
Que existam jornais como o Diário de Natal, claro, não me surpreende. Minha escola de jornalismo foi Salvador, a imprensa local baiana dos anos 1980, os tempos de província onde mandava na mídia o coronel de plantão, no caso, Antonio Carlos Magalhães. De qualquer maneira, sempre fico supreso (na verdade, me obrigo a ficar) com a disposição dos jornalistas que se prestam a fazer esse tipo de matéria', mesmo sob a justificativa da sobrevivência. Não sei que idade que o repórter em questão, Allan Darlyson, tem, nem quantos anos de profissão, mas, mesmo assim, vai daqui um conselho de diabo velho: quem faz uma vez, terá que fazer sempre; quem faz sempre, se torna descartável, inútil para os tempos em que se precisa de jornalistas de verdade.

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