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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Sinal Fechado: Defesa de Alcides Barbosa fala sobre ataques de réus

​Nesta tarde conversei com o advogado Daniel Alves Pessoa sobre as notícias veiculadas e os ataques que seu cliente, Alcides Barbosa, depois que o depoimento prestado sob colaboração premiada ao MP se tornou público ontem.

"Ele prestou apenas colaboração com a Justiça, conforme a permissão legal", disse Daniel. "E o fez de livre e espontânea vontade, bem como está ciente das consequências que já começou a suportar e dos riscos concretos à sua vida e de sua família", complementou.
Daniel reforçou que confia na apuração que está sendo feita pelo ​Ministério Públicoos e pelo Judiciário, "nos termos do devido processo legal, até veredicto final".
Perguntado se Alcides vai falar, o advogado esclareceu que, ​"por enquanto, todos os demais esclarecimentos que sejam necessários serão prestados unicamente pelos profissionais que o defendem"

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