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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

"Hoje eu tenho um dinheirinho para mandar", diz Carlos Augusto sobre Ricardo Motta e Gersane Marinho

Carlos Augusto Rosado fala sobre declaração de voto de Ricardo Motta e Gersane Marinho a Geraldo Melo.  Segundo diz Carlos, Motta já tinha recebido R$ 42 mil.  O nome do secretário de comunicação do estado, Alexandre Mulatinho, é citado.
Na conversa, que discute também a situação eleitoral e a disputa para o governo, Galbi fala do "nosso Cavalcanti", identificado como Poti Júnior, que reclamou porque esperava mais dinheiro.  Carlos Augusto orienta Galbi a responder-lhe que vai mais.  Poti já tinha recebido R$ 75 mil.



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