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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Secretário rebate acusações ao vivo na ESPN

Em entrevista ao Bate-Bola 1ª edição, da ESPN Brasil, o secretário extraordinário para a Copa do Mundo no Rio de Grande do Norte, Demétrio Torres, garante que as obras para a construção da Arena das Dunas estão dentro do cronograma estabelecido, diferentemente do que está sendo denunciado por um comitê popular formado em Natal.

"As obras não estão atrasadas e estão totalmente dentro do cronograma; a União está desatualizada. Estamos com quase 22% e não 11% do estádio pronto", afirmou o político.

"Todas as obras são fiscalizadas pelo Tribunal de Contas, pelos Ministérios Públicos Estadual e Federal, Ministérios do Esporte e do Planejamento e mais a Fifa. Além de tudo isso, está no site do governo todo o processo licitatório. Não há nada escondido, e temos um documento do MPF dizendo que nós cumprimos todas as exigências e que nosso contrato pode ser exercido", falou.

O que Demétrio Torres, porém, admite ter problemas é com relação aos desapropriamentos em áreas de Natal por causa de obras de mobilidade urbana e infraestrutura.

"O problema que está existindo hoje podia ser estendido para a questão de mobilidade em todo o Brasil, não só em Natal. O que existem em todas as cidades é o congestionamento, e isso só se resolve expandindo para algum lugar", começou.

"Penso que deveriam ser feitas apropriações mais justas, e a legislações deveria mudar para isso. Sou consciente que se comete injustiça porque a legislação é injusta. Um agente público só pode fazer aquilo que a lei permite, e a lei é injusta", lamentou o secretário, que negou a acusação de que o Parque das Dunas pode ser invadido para que uma avenida seja ampliada.

"Não existe invasão do Parque das Dunas, as vias vão utilizar somente o que já existe hoje".

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