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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

ESPN mostra ritmo lento da obra da Arena das Dunas

Do site da ESPN

Uma das sedes da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, Natal sofre com denúncias relacionadas ao Mundial. Desapropriações de moradias sem aviso prévio, obras de mobilidade urbana que passam sobre casas populares são alguns dos problemas pelos quais a capital do Rio Grande do Norte passa atualmente. Ao lado de tudo isso, está a atrasada obra da Arena das Dunas, o estádio que receberá jogos durante o evento.

Em ritmo muito lento, os operários só trabalham de segunda à sexta-feira. Sem acontecer aos sábados e domingos, a obra da nova arena é a mais atrasada entre todas as sedes: tem apenas 11% do cronograma atingido.
O Machadão, tradicional estádio da cidade que tinha 45 mil lugares, foi destruído para dar lugar ao novo empreendimento, com capacidade para 42 mil torcedores. O advogado Marcos Dionísio, integrante do Comitê Popular da Copa e membro do movimento em defesa dos direitos humanos do Rio Grande do Norte, lamenta o fato de a obra poder se tornar um ‘elefante branco’.

Ele lembra que ao lado dos estádios do ABC, já existente, e do América, em construção, talvez o estádio não tenha muita funcionalidade. Os empresários garantem que sim, dizem que o local poderá ser usados para shows, mas Dionísio afirma: “A Copa, paulatinamente, está se transformando em um grande gol contra; e caro”.

Mesmo com cronograma mais atrasado da Copa, obra da Arena das Dunas só acontece de segunda à sexta; veja quarta reportagem da série especial!

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