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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

ESPN destaca Comitê Popular da Copa em Natal

Natal, uma das sedes da Copa do Mundo do Brasil em 2014, é apenas mais uma das cidades cercadas de problemas que ferem os direitos da população local. Obras de mobilidade que acarretam em desapropriações de moradores, obras do estádio atrasadas, expansão de vias que podem comprometer reservas naturais são alguns dos graves problemas que rondam a capital do Rio Grande do Norte.

Para tentar reivindicar que os direitos dos cidadãos sejam mantidos, um Comitê Popular da Copa foi criado em Natal. Formado por advogados, arquitetos e outros profissionais, o grupo discute a calamitosa situação da capital potiguar.

O estádio Machadão, por exemplo, foi derrubado para dar local a uma nova arena que pode se tornar, e é bem provável que de fato se transforme, em um `elefante branco´ após o Mundial. Além disso, a construção está atrasada, e as obras não andam.

O advogado Marcos Dionísio, integrante do Comitê Popular e da Comissão dos Direitos Humanos do Rio Grande do Norte, contou: "Recebemos informações de que uma avenida seria alargada e entraria 30 metros dentro do Parque das Dunas, uma das últimas reservas de Mata Atlântica existentes".

Entre tantos problemas, o grupo popular segue lutando para tentar evitar os abusos tão constantes. Veja, abaixo, e entenda melhor o caso!

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