Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Dois anônimos, um mesmo endereço e Gilson Moura

Liberei dois comentários no post, republicado do Blog de Rosalie Arruda, sobre a investigação iniciada pelo promotor Emanuel Dhayan sobre denúncias de nepotismo no gabinete de Gilson Moura (PV), na Assembleia Legislativa do RN:

Geraldo Antunes Costa disse...
Tô rindo com essa matéria. Quebra de decoro parlamentar? Nepotismo? Amigo existe um instrumento na própria inclusão de nomes que já prever. Ninguém lá na AL é burro a ponto de fazer nepotismo nos dias de hoje. Foi mal essa...
6 de março de 2012 00:25

Paulo Oliveira disse...
Concordo com Geraldo, hoje em dia podem até existir outras formas de nepotismo, mas, na AL, é mais difícil que o nepotismo aconteça no próprio gabinete. Como a matéria foi direcionada para o Nobre Deputado, acredito está realmente havendo perseguição.
6 de março de 2012 13:43

Ambos (?) visitantes acessaram o blog desde o mesmo endereço de IP (186.236.209.175), ligado a uma rede da Cabotelecom.  Uma visita, assinada por Geraldo Antunes, foi feita no início da madrugada.  A outra, assinada por Paulo Oliveira, foi feita há cerca de meia hora.  Evidentemente, não são nomes reais e são comentários postados por uma mesma pessoa com vistas a desqualificar a ação do promotor e defender o deputado Gilson Moura.
O modus operandi, ao contrário da intenção, colabora para reforçar a impressão que o deputado e seu gabinete têm o que temer.

Comentários

Postagens mais visitadas