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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Decom não homologa concurso na UFRN

Na manhã de ontem (7/3) o Departamento de Comunicação Social da UFRN decidiu não homologar o concurso para professor adjunto da área de publicidade e propaganda.
Participei do concurso, que teve diversos erros de execução, o mais sério deles foi não ter sido divulgado o resultado da prova didática que, mesmo sendo eliminatória, foi tratada como apenas classificatória pela banca.
Fui até o fim do concurso, apesar de a banca ter me dado nota 3,7 na prova didática.
Quando o Consep da universidade confirmar a decisão do Decom de ontem, todos os candidatos serão convocados para realizar novamente o concurso - que desta feita terá nova banca.

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