Meia noite de um três de maio
Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Caro Daniel,
ResponderExcluirplacar da Asemblía:
=> 283 inscritos
=> 262 votantes
=> 144 a favor (54,96%)
=>115 contra a venda (43,89%)
=> 3 abstenções (1,15%)
Resultado!!! PROIBIDA A VENDA
É de domínio comum de que a alienação de bens imóveis por entidades sem fins econômicos só pode ocorrer com autorizaçao de pelo menos 2/3 dos membros. Assim, vale destacar o Art. 30. do Estatuto – "Qualquer ato que importe em alienação de bens imóveis em nome da Convenção necessita de
sua prévia autorização, em Assembléia Geral, em que votem 2/3 (dois terços) dos mensageiros presentes
na hora da votação.