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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#Pinheirinho: Governo Federal prepara nota sobre ação; secretário de Articulação Social da Presidência foi ferido

Do BOL

A secretaria-geral da Presidência e a Secretaria de Habitação do Mnistério das Cidades divulgam, nesta segunda-feira, uma nota afirmando que o Governo federal atuou em busca de uma saída pacífica para os moradores de Pinheirinho, em São José dos Campos (97 km de São Paulo).

Na nota, cuja redação vem sendo discutida no Palácio do Planalto, o governo lista medidas adotadas para a assinatura de um termo de cooperação sobre a área, com a Prefeitura e governo de São Paulo.

O governo também falará sobre a situação do secretário nacional de Articulação Social da Secretaria-geral da Presidência, Paulo Maldos, ferido ontem durante o conflito com a PM.

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