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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#Pinheirinho: Fotos do protesto na Avenida Paulista




Comentários

  1. lacerda.sonia@gmail.com22 de janeiro de 2012 às 18:02

    Estou na Paraíba, acompanhando pelo Twiter o Massacre do Pinheirinho, fui dando RT no que achava mais interessante, Quando vi as fotos na Paulista vibrei pois o caminho é democratizar o acesso a banda larga para derrubar essa mídia FDP e acabar os ninhos do PSDB em todos os Estados e principalmente em São Paulo. A luta continua.

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  2. é isso ai, todos as ruas pelo impeachment do governador!

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  3. O Povo não pode ficar parado vendo esses bandos de políticos abusando da sociedade, como se fóssemos cachorros...Temos que lutar sem cessar!!!

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