Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Voucher: MPF investiga Fundação Roberto Marinho

Do MegaCanal

Uma solicitação de informações do TCU (Tribunal de Contas da União) mostra que o Ministério Público Federal está investigando uma certa relação entre a Fundação Roberto Marinho e os desvios de verbas públicas do Ministério do Turismo. A operação, que em agosto do ano passado prendeu várias pessoas do Ministério do Turismo sob suspeitas de fraudes envolvendo ONGs, recebeu o nome de Voucher.
Ainda no ano passado, um blog político mostrou que uma das maiores ONGs que recebeu dinheiro do Ministério tinha sido justamente a ligada as Organizações Globo, a Fundação Roberto Marinho.
Segundo notícia encontrada no site Portal Vermelho, “houve incômodo com o cinismo da falta de transparência da ONG (Fundação Roberto Marinho) na prestação de contas públicas sobre R$ 17 milhões extraídos dos cofres públicos”.
O referido relatório do Tribunal de Contas da União aponta um superfaturamento de R$ 13,86 milhões pela ONG da Globo junto ao Ministério do Turismo. O contrato tinha como meta o treinamento de 80 mil alunos, mas somente cerca de 20 mil estavam inscritos na Fundação, além de não haver dados sobre quais completaram o curso.
O custo por aluno era de R$ 176,65. Os noticiários da TV Globo e de outros grandes veículos, alguns deles também ligados às Organizações Globo, omitiram o nome da Fundação Roberto Marinho nas denúncias.
Com Informações do Site Portal PS.

Comentários

Postagens mais visitadas