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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Operação Voucher: MPF investiga Fundação Roberto Marinho

Do MegaCanal

Uma solicitação de informações do TCU (Tribunal de Contas da União) mostra que o Ministério Público Federal está investigando uma certa relação entre a Fundação Roberto Marinho e os desvios de verbas públicas do Ministério do Turismo. A operação, que em agosto do ano passado prendeu várias pessoas do Ministério do Turismo sob suspeitas de fraudes envolvendo ONGs, recebeu o nome de Voucher.
Ainda no ano passado, um blog político mostrou que uma das maiores ONGs que recebeu dinheiro do Ministério tinha sido justamente a ligada as Organizações Globo, a Fundação Roberto Marinho.
Segundo notícia encontrada no site Portal Vermelho, “houve incômodo com o cinismo da falta de transparência da ONG (Fundação Roberto Marinho) na prestação de contas públicas sobre R$ 17 milhões extraídos dos cofres públicos”.
O referido relatório do Tribunal de Contas da União aponta um superfaturamento de R$ 13,86 milhões pela ONG da Globo junto ao Ministério do Turismo. O contrato tinha como meta o treinamento de 80 mil alunos, mas somente cerca de 20 mil estavam inscritos na Fundação, além de não haver dados sobre quais completaram o curso.
O custo por aluno era de R$ 176,65. Os noticiários da TV Globo e de outros grandes veículos, alguns deles também ligados às Organizações Globo, omitiram o nome da Fundação Roberto Marinho nas denúncias.
Com Informações do Site Portal PS.

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