Meia noite de um três de maio
Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...
Caro Daniel,
ResponderExcluirÉ lamentável que dividiu-se mesmo, Eu, porém fiquei no lado do NÃO!!!
Apesar do que vimos ontem, SER batista está muuuuito acima disto.
Só para contribuir, informo que os Batistas receberam este nome no século XVII. Portanto, trata-se de uma igreja histórica, cujos pastores, que dirigiram a Assembléia de ontem, já deveriam ter aprendido a viver a agir conforme os 6 princípios constantes da Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira.
E por falar nesses princípios (algo de valor imutável e inegociável), quero relembrar o 2º e 4º princípios, que estão inclusive postados no site da CBNR.
Princípio 2º: O conceito de igreja como sendo uma comunidade local democrática e autônoma, formada de pessoas regeneradas e, biblicamente, batizadas.
Princípio 4º: A absoluta liberdade de consciência.
Reflexão:
O que se assistiu na Assembléia de ontem obedeceu ao princípio democrático?
Quando membros batistas convencionais, inclusive o presidente da Igreja Batista Viva teve sua proposta anulada de forma autoritária, será que respeitou-se a absoluta liberdade de consciência?
Reflitamos!!!