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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Do porquê pensam mal de nós

Enviei, na noite de quarta-feira, aos líderes batistas, Antônio Targino e Edison Vicente, acerca do caso que tem me feito perder leitores e, ainda, sofrer ataques anônimos de "cristãos" aqui no blog.  Responder à entrevista é uma chance de explicar à opinião pública as questões que tenho levantado neste blog sobre o negócio de R$ 5,6 milhões com a Record Engenharia. O pastor da Primeira Igreja Batista do Natal, Edison, disse no fórum Vigiai que corro o risco de ser interpelado judicialmente pelo que tenho publicado.  Isso seria ótimo.  Talvez assim, diante de um juiz, os dois pastores poderiam responder às questões que não responderam ainda.
Uma igreja histórica tradicional no ambiente evangélico pretende realizar um negócio de R$ 5,6 milhões.  Há questões em aberto importantes mas, em vez de discutí-las, os seus líderes silenciam as respostas e partem para a ameaça.  Depois, os evangélicos lamentamos a imagem pública que, cada vez, tem sido impigida a nós.  Como se soubéssemos porque a opinão pública pensa assim de igrejas e pastores.

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