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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Vila Flor: mandados foram expedidos pelo TJ


O desembargador Dilermando Mota foi quem expediu os mandados de prisão e de buca e apreensão cumpridos na manhã desta segunda-feira (19) na cidade de Vila Flor, a 81 quilômetros de Natal. As ordens tiveram que ser assinadas por um desembargador porque entre os presos está o prefeito municipal, Grinaldo Joaquim de Souza.
Da mesma forma, quem solicitou os mandados foi o procurador geral de Justiça, Manoel Onofre Neto.
Além do prefeito, foram presos o presidente da Câmara Municipal, Pedro Francisco da Silva; os vereadores Ailton Passos, Sandro Márcio da Silva, Irinaldo da Silva e Ronildo Luiz da Silva; e o secretário municipal de Obras, conhecido na cidade pelo apelido de João de Hélio.

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