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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#PrivatariaTucana: "Isso é crime organizado", diz Serra

Do UOL



O ex-governador José Serra, principal alvo de "A Privataria Tucana", chamou o livro de "lixo", "coleção de calúnias" e "crime organizado fingindo ser jornalismo".

Ele afirmou ainda que seu autor, o jornalista Amaury Ribeiro Jr, foi indiciado pela Polícia Federal no inquérito que apura a suposta montagem de um dossiê com informações sigilosas sobre tucanos durante a campanha presidencial de 2010."Trata-se de uma coleção de calúnias que vem de uma pessoa indiciada pela Polícia Federal. Isso é crime organizado fingindo ser jornalismo", afirmou Serra sobre o livro, por meio de sua assessoria de imprensa.

Anteontem, ao ser questionado sobre o livro em Brasília, ele disse repetidas vezes: "É lixo, lixo, lixo".

O ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil e ex-tesoureiro de campanhas do PSDB Ricardo Sérgio de Oliveira, também citado por Ribeiro Jr., não quis se manifestar, segundo informou seu advogado.

Em outras ocasiões, Ricardo Sérgio negou as acusações de irregularidades e de pagamento de propina no leilão do sistema Telebrás, no governo Fernando Henrique Cardoso.

Em 2002, ele depôs sobre o caso à Polícia Federal e disse ser alvo de "injustas acusações e constrangimentos".

Em nota divulgada após o depoimento, o ex-diretor do BB negou "qualquer interferência indevida ou influência de sua parte que pudesse ensejar o pagamento ou recebimento de vantagens ilícitas" nas privatizações.

A assessoria do grupo La Fonte/Jereissati Participações, de Carlos Jereissati, informou que ele também não comentaria o livro "A Privataria Tucana".

O empresário Gregório Marin Preciado, que é casado com uma prima de Serra, não foi localizado ontem para falar sobre as acusações.

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