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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Sinal Fechado: TJ abre precedente para defesa prévia

Por Dinarte Assunção

A decisão em caráter liminar do Tribunal de Justiça, concedendo habeas corpus ao ex-procurador do Município de São José do Rio Preto (SP), Luiz Antonio Tavolaro, para que se defenda de acusação de ter participado de fraudes em Detran, dá margem para novos rumos no processo.

De acordo com a decisão do desembargador Dirlemando Mota, Tavolaro poderá apresentar defesa prévia antes da apreciação da denúncia pela juíza da 6ª Vara Criminal de Natal, Emanuella Fernandes.

Com isso, ele poderá se desvencilhar de processo judicial, caso a magistrada acate a defesa que se propõe a apresentar antes mesmo de ser chamado a dar explicações.

Advogado do ex-procurador, Eduardo Kuntz, do escritório Dr. Alberto Toron, comemorou a decisão do TJ. Segundo ele ainda não é possível detalhar a estratégia porque ainda não teve acesso completamente aos autos do processo.

Trinta e quatro pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público à Justiça. A decisão do TJ abre precedente para que os envolvidos se manifestem antes de serem formalmente acusados. Se a juíza aceitar a defesa de Tavolaro, ele será excluído do processo.

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