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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Sinal Fechado: MP pede conversão de prisões temporárias em preventivas

 Da Tribuna do Norte

O Ministério Público Estadual pediu no início da tarde desta sexta-feira (2) que as dez pessoas presas temporariamente na operação Sinal Fechado tenham suas prisões convertidas em preventivas. Esses presos deveriam ser soltos nesta sábado (3), quando expira o prazo das prisões temporárias. A petição dos promotores ainda não foi avaliada pela juíza da 6ª vara Criminal de Natal, Emanuella Cristina Pereira Fernandes.

A magistrada já está com os autos em mãos e deverá decidir ainda na tarde desta sexta se acata ou não o pedido dos promotores. Caso as prisões temporárias sejam convertidas em preventivas, encerra-se o prazo legal para soltura dos presos e eles terão que aguardar novas decisões judiciais.

Outra consequência, caso a juíza acate o pedido do MP, é que a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) pela soltura do suplente de senador João Faustino Ferreira Neto perde valor e ele, que está internado na Casa de Saúde São Lucas desde o sábado (26), continuaria na condição de preso.Mas caso a juíza Emanuella Cristina Pereira não concorde com a petição, os advogados de defesa dos presos temporários passarão a estudar a possibilidade de seus clientes também serem beneficiados com a decisão que favoreceu João Faustino.

Além de João Faustino, estão presos temporariamente: Nilton José Meira, Flávio Ganen Rillo, Carlos Theodorico de Carvalho Bezerra, José Gilmar de Carvalho Lopes, Edson Cézar Cavalcante Silva, Marco Aurélio Doninelli Fernandes, Caio Biagio Zuliani, Fabiano Lindemberg Santos Romeiro e Marcus Vinícius Saldanha Procópio. Todos - menos Faustino - estão detidos no quartel do Comando Geral da Polícia Militar.

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