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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Sinal Fechado: Érico Ferreira viajou para EUA dois dias antes

O agora denunciado Érico Ferreira, diretor-geral do Detran/RN e filho do desembargador Expedito Ferreira, pediu autorização para viajar aos Estados Unidos entre os dias 22 de novembro e 01 de dezembro.


Hoje é dia 3.  Érico já retornou?
Isso me faz lembrar esse post.  Coincidências?

P.S.: O despacho de Rosalba data do dia 17.  Ou seja, três dias depois da petição do MPE.

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