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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Sinal Fechado: E o PSDB potiguar?


Após as descobertas sobre o pagamento de R$ 100 mil por parte do PSDB potiguar ao escritório de George Olímpio nas eleições do ano passado - dinheiro do qual a metade pode ter ido parar nas mãos de João Faustino - tentei encaminhar perguntas a respeito ao deputado federal Rogério Marinho e ao PSDB. 
No entanto, não encontrei formas de contato a não ser o twitter.  Fiz as perguntas no início da tarde.  A resposta, até agora, foi o silêncio.  Será que o partido não tem nada a dizer sobre isso, ainda mais levando em conta de que não há registro de ações eleitorais em 2010 por parte de George ou de seus sócios em favor dos tucanos potiguares?
Aguardando.

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