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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Minha resposta a comentários de companheiros

No Post que acabo de publicar, Júlio e Alexandre, analisei o que disse o parecer. E destaquei o que considero argumentos um tanto furados. Ainda mais quando a gente conhece de perto a dificuldade que existe para a manutenção de um espaço como aquele. Das duas, uma: ou o conselho define que não se pode elaborar projeto que implique manutenção de espaços; ou se define por acreditar na idoneidade de um proponente como a Casa da Ribeira. Vários companheiros trouxeram seus argumentos à minha reflexão. A menos que se acuse os meninos de algum ilícito ou da elaboração de planilhas falsas - e se faça isso formalmente - não tenho como concordar nos pontos que discordei. em Governo Rosalba: Avançar e reconstruir - sem cultura

Os comentários publicados no post, aos quais respondi acima, foram:

Daniel, somente um comentário: Danielle Brito não decide, mas o conselho estadual de cultura. Danielle, pelo que pude me informar, pediu vistas ao projeto e apresentou um parecer - que foi julgado pelos demais integrantes do conselho e rejeitado por unanimidade. Se o projeto estava, como alega Gustavo, dentro dos "conformes", não é estranho que não tenha existido questionamentos por parte do conselho à análise de Danielle? Por que a decisão foi unânime em rejeitar a proposta? Acho que tem mais a ser analisado aí do que simplesmente aceitar o "mimimi" de um dos principais interessados no projeto como verdade incontestável... em Governo Rosalba: Avançar e reconstruir - sem cultura (Por Alexandre Honório)


Resposta de Danielle Brito sobre essa postagem: Ah Gustavo... medonho é utilizar recursos PÚBLICOS para remunerar profissionais acima do limite permitido pela LEI 8.666 9sem licitação é claro). Medonho é vcs não estarem fazendo escarceu porque o projeto proposto, agora pela HOUSE,o Cidade Aberta. Medonho é um membro da comissão encontrar alguém na rua e ouvir, olha vc tem que aprovar o projeto dos meninos, eles já tem patrocinio... medonho é meu telefone que tem as ligações que recebi. E olha que não eram pra tirar dúvida não. Era pra saber se eu já tinha feito a análise. Medonho é um membro da comissão eleito, democraticamente, tentar zelar pelo dinheiro público. Por conta de uma cobrança de 1.200 reais para elaboração de 1 edital. Sinto muito meu papel é esse: ler, analisar, questionar e por fim colocar em votação. BRIGUEM COM OS DEMAIS MEMBRO, foram MAIS QUATRO VOTANTES (JOÃO LÚCIO, PAULO SARKIS, IAPERI ARAÚJO E CHICO ALVES, ). Resolveram me fazer de Cristo é? To me lixando. Tento em Governo Rosalba: Avançar e reconstruir - sem cultura (Por Júlio César)



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