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Destaques

Sobre cegos, castelos e a escrita de si numa manhã ruiva em Natal

Hoje a manhã de Natal ficou ruiva. A volta do Ação Leitura foi marcada pela presença de Nando Reis. Motivo mais que suficiente para que minha filha trocasse as aulas de química e física por uma aula sobre poesia, criação, leitura e literatura no ambiente de um cinema da cidade ruiva. Um dos temas mais importante da conversa mediada por Carlos Henrique Fialho, velho amigo dos tempos de adolescência, foi a característica autobiográfica das canções de Nando. Mesmo sendo fruto de labor profissional, mesmo não acreditando no passe de mágica inspirativo para a escrita de músicas, foi muito interessante perceber o quanto de biográfico tem naquela poesia toda. Outro tema recorrente foi Marisa Monte, mas por ser constrangedor, como brincou Nando, esse eu deixo de lado. Muitas músicas de Nando, ele explicou, foram escritas na sua luta contra a dependência química. Quando citou Os cegos do castelo (“Eu não quero mais mentir/Usar espinhos que só causam dor”), Nando falou do grau de consciência do ...

Minha resposta a comentários de companheiros

No Post que acabo de publicar, Júlio e Alexandre, analisei o que disse o parecer. E destaquei o que considero argumentos um tanto furados. Ainda mais quando a gente conhece de perto a dificuldade que existe para a manutenção de um espaço como aquele. Das duas, uma: ou o conselho define que não se pode elaborar projeto que implique manutenção de espaços; ou se define por acreditar na idoneidade de um proponente como a Casa da Ribeira. Vários companheiros trouxeram seus argumentos à minha reflexão. A menos que se acuse os meninos de algum ilícito ou da elaboração de planilhas falsas - e se faça isso formalmente - não tenho como concordar nos pontos que discordei. em Governo Rosalba: Avançar e reconstruir - sem cultura

Os comentários publicados no post, aos quais respondi acima, foram:

Daniel, somente um comentário: Danielle Brito não decide, mas o conselho estadual de cultura. Danielle, pelo que pude me informar, pediu vistas ao projeto e apresentou um parecer - que foi julgado pelos demais integrantes do conselho e rejeitado por unanimidade. Se o projeto estava, como alega Gustavo, dentro dos "conformes", não é estranho que não tenha existido questionamentos por parte do conselho à análise de Danielle? Por que a decisão foi unânime em rejeitar a proposta? Acho que tem mais a ser analisado aí do que simplesmente aceitar o "mimimi" de um dos principais interessados no projeto como verdade incontestável... em Governo Rosalba: Avançar e reconstruir - sem cultura (Por Alexandre Honório)


Resposta de Danielle Brito sobre essa postagem: Ah Gustavo... medonho é utilizar recursos PÚBLICOS para remunerar profissionais acima do limite permitido pela LEI 8.666 9sem licitação é claro). Medonho é vcs não estarem fazendo escarceu porque o projeto proposto, agora pela HOUSE,o Cidade Aberta. Medonho é um membro da comissão encontrar alguém na rua e ouvir, olha vc tem que aprovar o projeto dos meninos, eles já tem patrocinio... medonho é meu telefone que tem as ligações que recebi. E olha que não eram pra tirar dúvida não. Era pra saber se eu já tinha feito a análise. Medonho é um membro da comissão eleito, democraticamente, tentar zelar pelo dinheiro público. Por conta de uma cobrança de 1.200 reais para elaboração de 1 edital. Sinto muito meu papel é esse: ler, analisar, questionar e por fim colocar em votação. BRIGUEM COM OS DEMAIS MEMBRO, foram MAIS QUATRO VOTANTES (JOÃO LÚCIO, PAULO SARKIS, IAPERI ARAÚJO E CHICO ALVES, ). Resolveram me fazer de Cristo é? To me lixando. Tento em Governo Rosalba: Avançar e reconstruir - sem cultura (Por Júlio César)



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