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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Hezbollah aos cristãos do mundo: Mensagem de Natal

24/12/2011, Al-Manar TV, Beirute
http://www.almanar.com.lb/english/adetails.php?eid=39216&frid=23&cid=23&fromval=1&seccatid=14  

Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu

“O Hezbollah congratula-se com os libaneses cristãos e o povo cristão em todo o mundo, nessa data abençoada. Rogamos que Alá, o Generoso, traga de volta aos cristãos, no Líbano e em todo o mundo, tempos de bem-estar e bênçãos, esperando que nossa região e todo o mundo sejam iluminados com as graças da unidade e da cooperação, superando a longa crise que atinge o mundo e especialmente essa nossa parte do mundo.

O nascimento de Cristo é ocasião para reafirmar a conexão que liga todas as santas religiões, nos seus clamores por justiça e igualdade, na defesa dos oprimidos contra os tiranos de todos os tempos.

Hoje, a violência maior, a maior tirania, é a que atinge Belém, lugar santo onde nasceu Jesus, filho de Maria, e Jerusalém e toda a Palestina.

Esses locais sagrados para todos nós continuam a enfrentar a violência da ocupação pela entidade sionista, apoiada ainda pelos Estados Unidos da América, onde hoje se concentram todos os poderes arrogantes do mundo.”

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