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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#ForaMicarla: Relações com o Jornal da Zona Norte

Cursei jornalismo entre 96 e o ano 2000 na UFRN.  Em 98, tive o meu primeiro estágio.  Era na Escola Superior da Magistratura, dirigida na época pelo então juiz, hoje desembargador, Virgílio Fernandes.
Pouco tempo depois que sai de lá, evangélico, fui convidado para colaborar em um jornal do segmento que estava sendo criado.  Era o Jornal União.
De lá para cá sempre mantive uma relação próxima com o Jornal União.  Em 2003, fui editor do veículo quando circulava encartado, aos sábados, no Diário de Natal.  Depois, ao entrar para o mestrado, deixei o jornal que, aliás, nunca foi um bom pagador.
Apenas esse ano voltei a me relacionar com o jornal.  Colaborei, voluntariamente, em duas edições em que o jornal circulou no Jornal de Hoje.  Há textos meus ali publicados.
Fiz esse histórico porque tenho uma relação pessoal com o proprietário do JU, Egídio de Mascena Duarte.  Além desse vínculo mais profissional, sua irmã é noiva de um tio de minha esposa.
Egídio é o proprietário do Jornal da Zona Norte que teria recebido um valor superior a R$ 10 mil da prefeitura de Natal.    Inclusive o Jornal União recebia patrocínio da prefeitura nas duas edições em que colaborei - mas nada fora dos preços de mercado.
Acredito que meus leitores mereciam saber disso.

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