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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Com metade de funcionários, folha da AL supera Polícia Civil

Por Dinarte Assunção
No Portal Nominuto

Com 638 cargos comissionados, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte dispõe de folha de pagamento superior ao distribuído a uma das corporações mantenedoras da segurança pública do Estado, a Polícia Civil, que tem 1.350 policiais.

Em 2011, o Legislativo pagará aos seus servidores R$ 71,3 milhões, 11,75% a mais do que a folha de pagamento da Polícia Civil, orçada em R$ 63,8 mi, conforme dados do Portal da Transparência.

Ambos os números de servidores são, contudo, maiores. Na Polícia Civil, há técnicos e agentes que ganharam na Justiça o direito de receberam de acordo com nivelação de policial civil em virtude do trabalho prestado em delegacias. O sindicato da categoria, o Sinpol, não soube precisar esse número.

Já na Assembleia Legislativa, há ainda os servidores efetivos, cuja lista não é de domínio público. Se considerarmos que todos os 156 servidores efetivados por atos secretos entre 1982 e 1992 ainda estão na Casa, o número salta para 794 pessoas.

A nomeação dos 156 servidores é considerada secreta porque não houve publicidade dos atos, tampouco concurso público. O Ministério Público Estadual move 21 ações contra esses atos.

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