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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Sobre Lula e o SUS

Por Flávio Gomes

A doença recém-revelada do presidente Lula trouxe à tona o esgoto comportamental e de caráter de parte da classe média brasileira, esgoto que sempre existiu, mas que agora encontra nas redes sociais espaço para feder com mais inteisidade pela internet.

A modinha dessa intelligentzia que lê “Veja” e seus congêneres diários é postar nos comentários de blogs camaradas a grande sacada do ano, que vem a ser: por que o Lula não se trata no SUS agora?

A idiotice não tem limites e nem merece maiores comentários. Mas seria interessante se essa massa de beócios perdesse cinco minutos de suas vidas ridículas para ler isso aqui.

O texto é de Nina Crintzs, a quem não conheço, de quem nunca tinha ouvido falar. Cheguei a ele por indicação da Barbara Gancia e do meu irmão Julio pelo Twitter. Nina sofre de esclerose múltipla.

E vamos parar de falar merda e de brincar com coisa séria.

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