Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Siciliano chama autores locais de volta

Por Sergio Vilar



Autores locais estranharam a devolução de seus livros pela Livraria Siciliano. É que a Siciliano funcionava como franquia da Editora Saraiva até 1º de novembro, quando passou à filial da editora e precisou recolher todos os livros regionais para iniciar novo cadastramento. “Já estamos recebendo novamente”. A assessoria informou ainda a editora baixou o percentual cobrado aos autores e se adaptou ao padrão local de 30% do valor da venda destinados ao autor da obra. “Também abriremos novas possibilidades. Se o livro for bem vendido, pode figurar no site da editora e ganha alcance nacional”, disse a assessoria.

Comentários

Postagens mais visitadas