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Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Sinal Fechado: Publicitário citado por acusados se explica


Com relação ao noticiário acerca de acontecimentos relacionados à “Operação Sinal Fechado” e com a mera citação de meu nome, cabe-me esclarecer e peço-lhe, em atenção ao seu jornal e seus leitores, a divulgação do seguinte

1) Sou, sim, amigo de longa data de Alcides Fernandes Barbosa, sua esposa e família;

2) Fui por ele contactado, em inícios de 2011, para tratar de assessoria de comunicação para empresa a qual seria ligado, sem contudo adiantar-me o nome ou detalhar suas pretensões. Deu-se um diálogo superficial e sem qualquer comprometimento;

3) Em momento algum se aventou trabalho negativo em relação ao governo potiguar, até por não ser esse o foco ou o mister de minha empresa;4) Não se avançou em tal assunto, vez que nunca tivemos reunião ou novo contato pessoal. Jamais se concretizou tal assessoria ou qualquer típo de prestação de serviços a ele ou qualquer empresa de sua propriedade ou a ele vinculada;

5) A última vez que estive na bela cidade de Natal foi em 1988 e, por sinal, lamento não ter voltado;

6) Não conheço o ex-deputado João Faustino, jamais fomos apresentados e, portanto, não poderia ter participado de qualquer campanha eleitoral sua, como de resto não participei de nenhuma campanha no Rio Grande do Norte;

7) Não sou sócio do professor Gaudêncio Torquato, sequer privo de sua intimidade. Sou, tão somente, seu leitor assíduo e admirador confesso.

8) Não tenho qualquer relação pessoal, política ou de amizade com o ex-deputado e ex-ministro José Dirceu;

9) Com relação a nota da jornalista Eliana Lima, em sua coluna de hoje, fazendo menção a postagem no Twitter de Esdras Marchezan, a quem não conheço, vale deixar registrada notícia do mais respeitado site jurídico do país, o Consultor Jurídico, esclarecendo o aludido fato:http://www.conjur.com.br/2011-set-15/juiza-afastada-tj-parana-acusacao-engavetar-processos

10) Estou a disposição das autoridades para os esclarecimentos que se fizerem necessários.

Sem mais, renovo expressões de apreço e consideração,

Ruy Nogueira
Publicitário

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