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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Operação Sinal Fechado: Eu, o fofoqueiro idiota

Pois é, aconteceu de novo.
Na página 120 da petição do ministério público do RN há a transcrição de uma interceptação telefônica.  Vou republicá-la abaixo.  A conversa foi gravada no dia 7 de fevereiro, entre George Olímpio e Alcides Barbosa.



O nome de Gaudêncio Torquato está ali.  A ele são atribuídas a sociedade com Ruy Nogueira e parentesco com João Faustino.  Eu não inventei isso.  Está escrito ali, ok?

Perguntei pelo twitter se o sinal estaria fechado também para o professor Gaudêncio Torquato.  Perguntei se ele teria algo a comentar.  Resultado?  Fui bloqueado e chamado de fofoqueiro.

Acho que o professor se precipitou na crítica ofensiva a mim, uma vez que apenas reproduzi o que está na interceptação telefônica transcrita na petição do MPE.  Acredito ser esse o papel de um blog, de um jornalista.  Ou não?


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