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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Mais uma fraude de Veja desmascarada

Por LEN
No Blog Ponto e Contraponto

A Revista VEJA não se emenda mesmo, está no seu DNA cometer fraudes jornalísticas. No seu repertório existem todos os tipos de irregularidades possíveis. A canalhice é tanta que agora usa veículos menores para fazer seu jogo sujo, e isso se deve pela descrédito da população a tudo que a revista noticia, usando laranjas para poderem dizer que não é armação.

Hoje pela manhã, tomei conhecimento de fotos através de um site ligado à máfia da imprensa, o grajaudefato.com.br, que mostravam o tal empresário Adair saindo do mesmo avião que o Ministro Carlos Lupi. NA hora estranhei a foto porque estava em um ângulo diferente das outras fotos que estavam o Lupi, inclusive sem o ex-governador do Maranhão no enquadramento. Veja a foto do Adair abaixo (clique para expandir):
 
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Pois é, reparam na roupa que ele vestia ( terno e camisa azul) tá claro?

A ansiedade de publicar reporcagens aliado ao amadorismo sem precedentes dos jornalistas da publicação explicam seus erros crassos.

Pois bem, a VEJA que aproveitou as fotos do site pela manhã, publicou um vídeo do momento em que Lupi chegou ao Maranhão e identificou o empresário no meio da multidão e em nenhum momento próximo ao ministro. Veja o vídeo.

Link do vídeo enquanto não subo para o you tube ( no site da veja não permite incorporações, mas baixei pelo real player)

O pior, ele estava de camisa rosa, rosa pessoal, na foto ele está de terno e camisa azul, será que ele ( e só ele) trocou de roupa? Notem que o ministro e o ex-governador estão com a mesma roupa das fotos.

Eu estou envergonhado por essa revista, são armadores amadores e porcos, que nem se dão ao trabalho de ter alguma coerência.

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