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Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

#HomofobiaNao: Acusado por assassinato em agosto ainda está foragido

No último dia 7 de setembro publiquei este post contando a história acerca do brutal assassinato de Antônio Magno de Moura Gama, 36 anos, no Maranhão. A vítima foi agredida por cinco jovens, teve um pedaço de madeira enfiada no ânus, que lhe perfurou o baço. Após dias internado, faleceu no dia 5 de setembro.
Fui contatado por um sobrinho de Magno Gama que faz campanha para que o acusado pela morte de seu tio, Danilo Sampaio de Oliveira, ainda foragido, seja entregue à polícia. Aqui o post em que Pedro Gama publica o cartaz do procurado, que reproduzo abaixo.





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