Pular para o conteúdo principal

Destaques

Meia noite de um três de maio

Olho no relógio e passam 25 minutos da meia noite. Já é 3 de maio. Há semanas tenho pensado sobre a morte. Pensado sobre a morte de minha amiga Asenate, da mãe de minha primeira namorada. Tenho pensado na morte que nos cerca quando tentam nos excluir e nos silenciar. O exílio é uma forma de morte simbólica, o ostracismo era a morte política que substituia uma execução brutal. Tenho pensado que muita gente queria ter coragem de matar mas não tem e opta por excluir. Tenho pensado que a exclusão coletiva é uma alternativa ao linchamento assim como o cancelamento. Tenho pensado que a morte é aquele limite absurdo com o qual nos deparamos e a partir do qual somos obrigados a uma decisão: ou elaboramos um projeto que nos dê sentido, ou nos deixamos sucumbir. Se a morte é inevitável e sem sentido por que não abreviar sua chegada? Por isso, a vida precisa ter sentido. Eu preciso dar sentido à vida. A morte nos cerca com sua força sutil, constante e inescapável. A morte nos empurra a entender t...

Como ser livre se a polícia faz isso?


No YouTube recomendam que só assistam os maiores de 18 anos! Quantos desses tinham isso ou pouco mais de anos? Por que só os maiores de 18 anos, se aqui as TVs abertas passam assassinatos e cenas de violência policial explícita em horários de família reunida (café da manhã, almoço e jantar)? Precisa ter mais de 18 anos para entender que homens armados contra gente desarmada é covardia?

As cenas foram gravadas ontem em Berkeley, California numa das manifestações do #OccupyBerkeley.

Comentários

Postagens mais visitadas